Flauta transversal

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Flauta transversal

Flautista, saxofonista, compositora e arranjadora, Carol D’Avila é integrante de Itiberê Zwarg e Grupo desde 2007. Iniciou seus estudos ainda criança, primeiro ao piano, influenciada pela veia musical de sua família, em Ubá (MG). A flauta só veio em 2004, quando Carol se decidiu pela carreira musical. Desde então, sua flauta e seus arranjos podem ser ouvidos em mais de 30 discos gravados. Acompanhou alguns intérpretes importantes da MPB como Ney Matogrosso, Tibério Gaspar e Elza Soares, além de ter dividido o palco com instrumentistas como Vinicius Dorin, Carlos Malta e o mago musical Hermeto Pascoal. Atualmente, além de ministrar as aulas de flauta na Casa da Cultura, ela dirige o grupo de música Universal que formou em Paraty, com seus arranjos e composições, entre outros trabalhos como o duo DaVila, com o pianista Davi Fonseca.

A flauta transversal, também chamada de flauta transversa, ou simplesmente de flauta, vem da família dos instrumentos de madeira, embora atualmente seja fabricada em metal. Na flauta, a emissão do som é relativamente fácil, no que diz respeito à velocidade. As dificuldades de execução apresentam-se na emissão dos registros, tanto em timbre, quanto em volume de som. O agudo é potente e brilhante, e o grave, aveludado e de difícil emissão. O controle da embocadura deve ser minucioso, já que pequenas alterações no ângulo do sopro interferem bastante no equilíbrio da afinação.